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The Seals of Ancient Guardians

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M E T A N O E I N

Os selos dos antigos guardiões

 

Leviatã, Behemot e Ziz

Estávamos desacordados, quando nos demos conta, estávamos em um local semelhante a uma costa litorânea, e o que víamos era a imensidão de um oceano, nossos irmãos estavam tristes pela perda do décimo irmão, sabíamos que o nosso caminho apenas estava começando. Em um rochedo próximo a nós vimos mais escritas celestiais e um símbolo que parecida marcar o desenho da grande besta que nos perseguiu, a escrita dizia: “Honrada seja a grande e poderosa força do nosso REI, o Devorador Estelar foi detido, selado em uma esfera no universo primordial, onde nenhum espírito possa vir acordá-lo. Agora devemos partir em busca da vitória contra os outros três guardiões da ANTIGA TREVA, sejam eles, LEVIATÃ, BEHEMOT e ZIZ”.

Estávamos em território proibido, o quanto antes deveríamos sair dali; o universo primordial era um local que nem mesmo os celestes se atreviam a penetrar, pois como todos sabiam era o local onde o REI lutou por eras incontáveis contra os guardiões da Antiga Treva, nem mesmo os mais poderosos anjos poderiam enfrentar tais monstros.

Percebemos que havíamos acordado em uma ilha, e ao redor uma imensidão de água cobria o infinito, estávamos fracos para poder voar em direção ao céu, adentrar os reinos do oceano não era boa ideia. Perdidos e sem destino resolvemos adentrar a mata que se estendia ao centro da ilha. 

No centro da ilha avistamos um rochedo pontiagudo, de frente para ele uma pedra brilhava um tom de azul claro, nos aproximamos para averiguar aquela hipnotizante luz, ao chegar mais perto percebemos que o local estava selado por uma barreira celestial, escritas de luz contornavam o campo, diziam; “-Que o sono da matriarca das águas primitivas permaneça para todo o sempre”.
Sabíamos então que ali se tratava de um selo de aprisionamento de Leviatã, a matriarca das águas, resolvemos nos afastar do local. Seguindo em outra direção avistamos outra rocha pontiaguda, dessa vez ela guardava um cristal de cor amarela que brilhava forte como o sol, ao redor desta rocha, um deserto com pegadas gigantes marcadas. Nas fronteiras da floresta com o deserto uma outra barreira, sua mensagem dizia: “-repousa aqui o soberano da terra antiga, o patriarca do chão primitivo”. Mais um selo de aprisionamento, e esse guardava a presença de Behemot, o monstro terrestre. O único caminho que nos restava era subir um monte ao leste...
Chegando ao topo do monte avistamos um templo, em ruínas, nos abrigamos lá. Dentro do local encontramos uma antiga biblioteca, com livros em escrita angélica, a maioria dos livros retratava sobre a antiga batalha do REI contra os guardiões da antiga treva, porém um livro em específico parecia não ter sido terminado e ele continha em sua página os registros mais recentes até então contados:

“...E após o exército de anjos ter caído após o sopro da escuridão, o REI em um último ato ergueu os olhos para o alto e do infinito além evocou uma luz que se tornou em espada, apontou-a em direção aos três monstros e desferiu um raio de energia suprema separando metade das trevas de cada enfraquecendo-os, juntos, os anjos remanescentes evocaram um gigante ciclone de pó estelar encurralando as bestas. Metade da energia negra retirada foi concentrada em uma esfera que logo foi selada para que um novo monstro não nascesse, presos no ciclone Leviatã criou um planeta jogando nele porção de água, Behemot porção de terra e Ziz moldou-o com a pressão atmosférica, desmaterializando-se em elementos, água, terra e ar escaparam do ciclone e rumaram ao planeta recém-formado.  A fim de dar um fim a fuga, o REI dividiu a espada em três cristais e os lançou no planeta sugando os três monstros, cada um para um cristal...

...é dito que se um dia o selo da outra metade das trevas, aprisionada na esfera negra se romper, eles irão encontrar refúgio nos selos de Leviatã, a matriarca das águas primitivas, de Behemot, o patriarca do chão primitivo e de ZIZ, o príncipe do ar das sombras.

Sabíamos então que Nemesis iria em algum momento encontrar esse local, libertaria as antigas bestas. No topo do templo, avistamos o ultimo cristal, o de Ziz.

O céu então escureceu, do horizonte distante, dois olhos se abriram, O devorador estelar havia chegado...

Contina...

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Credits:

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