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3. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 3 0
Mature content
Nota ao otimismo. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 5 2
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Resgate. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 0
Literature
Morbidez.
O decúbito dorsal é a zona de conforto,
Por vezes viro-me pelas laterais,
O corpo repousa tranquilo e torto.
O olhar penetra o teto em repouso.
Fixamente na inspeção dos materiais
Compreendendo cada falha do osso.
A respiração circunspecta realiza
Sua atividade no mormaço existencial,
A célula de poeira na qual desliza
Por sobre o cansaço familiar - 
Criando descaso ao provável potencial
Da atmosfera ferindo as aéreas com seu ar -
É a mesma que encontro transfixada
No breu do mediastino, o átrio e o ventrículo
Soam infernalmente seus esforços a cada
Pulsação, milhares de litros inúteis
Cruzam minha decadência para compensa-lo
Da insignificância de meus anseios fúteis.
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 1 0
Literature
Soneto V.
A singularidade do âmago que sinto
Corrói meus nervos mais que o absinto,
No ocular de um ser vivente durante
O martírio de suas confissões dementes
Acercando o prelúdio do perecimento,
Pairando por sobre meu esquecimento
Dos saberes benéficos advindos de estudos,
No qual uso arduamente como escudo.
Não me atinge mais as adversidades
Da vida, somente possuo as verdades
Do vil destino agonizante da baforda!
À noite encontro águas chorosas,
No abismo de preces mentirosas.
Vive num pesadelo que jamais acorda!
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 2
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A sala. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 0
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Marmota. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 0
Literature
Soneto II.
Mentalmente na morbidade,
Delirando na vil realidade,
No temor de cada segundo
Passado como moribundo.
Análogo àquela inutilidade
Na qual evidencia a verdade,
O fato, de que minha bonança
Agoniza transfixada na lança.
Supérflua é, porém, a reação
De quando fitava a solidão,
Tal como é o olhar de lástima,
Vindo de um condenado
À outro, como tal, execrado.
Inda sou, de mim, mera vítima.
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 0
Literature
Soneto I.
A desilusão na qual aflora
Em minh'alma, outrora
Havia já acontecido,
Porém jazia esquecido.
Jamais alcançarei tal anseio,
Inda que minhas mãos em teus seios
Sejam, na minha fútil imaginação,
A mais pura e sincera sofreguidão.
No brilho de teus oculares perde-se
O senso crítico das coisas, ouve-se
A lira do teu escárnio à minha lucidez.
O ígneo de teu corpo quero sentir,
Porém possuo somente de ti,
Meu bem, a minha infinita estupidez.
01/12/16
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 0 0
Literature
Dor.
Quando você menos esperar,
Notará que ela irá voltar,
E enquanto estiver a se
Preparar, ela já se estabelecerá.
Tira seu sangue, seu sono,
Sua sanidade, seu entono.
Arranca os cabelos podres,
Pisa em tu com trotes.
Não, não espere novamente
Mais uma torpeza dormente
Do seu imo, apenas ouça
Calmamente enquanto soluça.
Soluça com lágrimas sujas
Na face rancorosa de injurias.
Espanca teu peito de concreto,
Tira-lhe a sanidade por completo.
Escarra nesse corpo demente,
Ouve o suave vagido do doente.
Elizabeth minha dama,
O que será que tanto tramas?
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 3 3
Literature
2.
Por quanto tempo viajarei nessa cósmica paisagem
À procura do teu olhar? A vida deixou-me apenas
O escarro acre na face. Desejai com todo louvor
A morte de sentimentos tais! Não sei se minhas patas
Tocarão em outro coração. Não sei se minhas unhas
Podres arranharão outra alma. Não tenho sequer a certeza
De que o diabo, meu pai, o diabo me ajudará.
Só tenho a certeza de que a metamorfose da felicidade
Será exposta ao mundo com tamanha mentira
Análoga ao tamanho da repugnância de outro amor.
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 2 0
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Nuelo Cyclops. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 1 0
Literature
Gaiola.
Vejo, da janela do quarto, a medonha
miragem do aspecto da tristeza.
Tal miragem arrepia-me a espinha
como se uma ponta pungente de um
cálamo tocasse-me a espinha dorsal.
Tenho medo de sair da gaiola, medo,
pois serei, de quase certo, uma ave
defeituosa prestes a perecer na
imensidão terrível da floresta!
:iconGabrielDiasPortfolio:GabrielDiasPortfolio
:icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 2 0
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1. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 2 0
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Vampiro. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 1 2
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Funesta Vinganca. :icongabrieldiasportfolio:GabrielDiasPortfolio 1 0

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Note os pormenores da aspereza desse imensurável deserto,
Sinta o martírio da sede subindo tua goela ansiando a morte,
Testemunhe a sutileza da terrível serpente do teu futuro incerto
E de teu próprio punho psico fará o mais intrínseco corte!

Reles compaixão! Do que importa minhas dores aos outros se
Sequer eu quase não as suporto? Caso ainda percebesse
A brisa putrefata na qual - exausto - chamo-la de vitalidade
Concluirias que, nessa ilusão, jamais respirarei amabilidade.

Ah, que horripilante horizonte transcorre defronte minha visão!
Ao longe vejo a cavalaria dos temíveis guerreiros vorazmente
Trovejando, diante da suprema mãe-morte, sua macabra monção
Conforme ostentam os restos decompostos de Tiradentes!

Lentamente minha consciência soçobra no imensurável breu
Marítimo, a corrente está firmemente envolta na minha perna...
As lágrimas se esvaem, e mesmo com auxilio duma lanterna,
Jamais acharei na escuridão a figura do meu verdadeiro eu...

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Transformo-me numa miragem
Nula de beleza e de fantasia,
Quem me dera tivesse coragem
Análoga àquele que me asfixia.

E assim, espelho-me no desespero,
Que flui nas ramificações do meu ser,
Corroendo cada centímetro do erro
Dos nove meses antes do meu nascer!

Creio na minha metáfora como pano
Decadente, sendo jogado no esterquilínio
Inominável, e soo como nota de piano
Cuja sonoridade retrata meu declínio.

Preservo em mim todo desgosto possível,
Extravasando o pessimismo nos sonhos,
Anseio que o pior, completamente terrível
Persegue-me com teus acúleos medonhos!

A vivência está longe da sonhada perfeição,
O diferente é complexamente estranho,
É a ojeriza aos famintos olhos da nação
Mirando em nossos rostos seu ranho.

O óbito escarneia nas imediações dos nervos,
Abraçando a calamidade toda do seu jazigo
E, sendo assim, se inicia o matadouro de cervos,
Berrando das cordas vocais: venha comigo!

Reciprocidade é verdadeiramente uma falácia
E ela desarruma todos nossos sentimentos tolos,
Criando algo impalpável para própria existência
É preciso derrota-la com seus pseudoconsolos.

Mas essa agonia um dia há de acabar,
Enquanto isso, a morte calada assistirá
Da felicidade na qual nunca irei me gabar,
Pois sei que o otimismo jamais existirá!

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A frialdade do seu tecido era notável para a minha lamúria gerada pela sua ida. O funeral destinado a você foi, de todas formas imaginárias, um golpe pungente na minha débil mentalidade. Eu, uma criatura fraca e desinibida de expectativas, sonhava com tua epiderme friccionando na minha, todas as células estariam em transe momentâneo, mas agora as tuas - e futuramente as minhas - estão congeladas pelas mãos da morte.
   Tão fúnebre fora sua partida, teu bilhete escrito com letras destemperadas, tocavam - com cordas podres - seu prelúdio ao falecimento. Essa corda macrobia jazia prensando a artéria carótida, fazendo com que cessasse o brilho dos teus olhos e vermelho cor de sangue da sua boca. Agora tudo é um melancólico azul, a neutralidade de sentimentos bonançosos aterroriza-me a espinha e eleva, eletricamente, os pêlos em meus poros.
Não ousarei relatar os pormenores de minhas noites sem tua companhia, pensamentos que eu evitava a viva força com o bom senso e a estabilidade emocional - cujo dois objetos são agora ineptos na minha condição cotidiana -, somente aguardo o dia no qual essa sofreguidão abandonará meus dias, e liberta-me-a das dores causada vazio da pessoa na qual provei meu amor.
Mas como sei da verdade - se ela estava escondida ou não todo esse tempo - sobre nossos dias, se do seu medonho final jamais captei uma pista de tu implorando auxílio? As temporadas de rancores atravessam os semestres de minha vida desde então, e o seu corpo flutua sobre o oceano da minha mente, refletindo sua personalidade veemente, e a cada pôr do sol, o breu marítimo engolia teu reflexo, tornando-o mais obsoleto nas minhas lembranças.
Vagando sobre as ruas pela madrugada, na sequência e dinâmica de passos típico de um ébrio, cultivei a discórdia no meu mundo individual depois de supor um possível roubo do seu defunto, já me era sabido quanto ao estado de decomposição, contudo, meu anseio era ter-te novamente em meus braços, na minha cama, e mesmo que as fibras musculares não sejam mais as mesmas, inda te acariciarei como parte da minha alma, e depois as núpcias funestes, juntar-se a ti o meu corpo sucumbido é meu maior desejo.
Agreguei boa parte das finanças que possuíamos, finanças nas quais serviram - em considerável quantia - como pequeno agrado aos funcionários do cemitério, para que pudesse adentrar o mesmo durante a madrugada fria e sóbria, sem que alguém tivesse a possibilidade de atormentar-me durante minha tarefa de resgatar aquela criatura cuja convivência fora-me tão benéfica.
Depois de pesadas escavações feitas sob a luz de uma lamparina, desabriguei da cova o caixão no qual possuía o acre e abafado odor seu, permaneci durante alguns minutos a contemplar tal figura, curiosamente murmurei palavras de afeto diante minha loucura e da negação de ter perdido algo irrecuperável. Levei o cadáver para os meus aposentos, e mesmo depois de todas as noites de cópulas medonhas e vergonhosas, creio que a hora de juntar-me a ti no mundo espiritual finalmente chegara.
Nosso jazigo caseiro já está devidamente preparado, empenhei dias e noites a base de drogas no qual mantiveram-me acordado e com vigor suficiente para realização de tal, do nosso antigo quarto fora feito, estrategicamente, uma vivenda de nossos corpos decadentes. Creio na provável reprovação por aqueles que tomarão conhecimento sobre esse episódio, porém, jamais saberão do ponto em que a loucura e a realidade são capazes de fazer com esse animal tão fraco chamado homem.

O decúbito dorsal é a zona de conforto,
Por vezes viro-me pelas laterais,
O corpo repousa tranquilo e torto.
O olhar penetra o teto em repouso.
Fixamente na inspeção dos materiais
Compreendendo cada falha do osso.

A respiração circunspecta realiza
Sua atividade no mormaço existencial,
A célula de poeira na qual desliza
Por sobre o cansaço familiar - 
Criando descaso ao provável potencial
Da atmosfera ferindo as aéreas com seu ar -

É a mesma que encontro transfixada
No breu do mediastino, o átrio e o ventrículo
Soam infernalmente seus esforços a cada
Pulsação, milhares de litros inúteis
Cruzam minha decadência para compensa-lo
Da insignificância de meus anseios fúteis.

A singularidade do âmago que sinto
Corrói meus nervos mais que o absinto,
No ocular de um ser vivente durante
O martírio de suas confissões dementes

Acercando o prelúdio do perecimento,
Pairando por sobre meu esquecimento
Dos saberes benéficos advindos de estudos,
No qual uso arduamente como escudo.

Não me atinge mais as adversidades
Da vida, somente possuo as verdades
Do vil destino agonizante da baforda!

À noite encontro águas chorosas,
No abismo de preces mentirosas.
Vive num pesadelo que jamais acorda!

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:iconcarol-colors:
carol-colors Featured By Owner Sep 11, 2016
:thanks: Thank You for the :+fav: (coloring)
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:iconseiyaogawara:
seiyaogawara Featured By Owner Jan 16, 2016  Student Digital Artist
Mto obrigado pelo +fav: no Rikudo Rinne....  Um tempao atras :D
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(1 Reply)
:iconagataylor:
agataylor Featured By Owner Dec 11, 2015  Student Traditional Artist
Thanks for the favorite on my abstract shape watercolor, dear! ^^ If you like either watercolors, or dogs and animals in general, I have more of both on my gallery :aww:
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(1 Reply)
:iconluizblack5:
LuizBlack5 Featured By Owner Dec 1, 2015
Obrigado pelo favorito do meu poema. Abraços.
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(1 Reply)
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