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Literature
a noite, com os infelizes
Traz a amargura que eu trago o vinho
Vamos ver se sobrevivemos ao fugir da noite
Traz problemas e fumá-los-emos
Com um trago a maldição e suor de castração
Parte o relógio, queima o tempo
Respira o silêncio.
Monta o relógio, respira o tempo
Queima o silêncio.
(Traz o sufoco que eu trago o oxigénio)
Habitamos a parte escura da emoção
Seguimos neste enredo inacabado
À espera de mão que o consiga desenvolver
Mão que nos puxe ao reencontro da pulsação
P'ra já bate meio desorientado
Em almas prestes a esvanecer
Leva a inocência. Eu levo as lágrimas.
O sol já nos mata. Os meus olhos ressuscitam.
Leva a decadência. Eu levo o que sobra de mim.
Resta a ressaca.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 3 8
Literature
Parto e Parto
Arrependo-me de o ter acendido
Mas enchi-me de vontade de ser aquecido.
Reflectido, pareço pálido.
Não me importava de tremer, agora.
Ao primeiro segundo já suplico por uma hora,
Apaticamente, o tempo devora...
Me.
Escrevi-te, descrevi-te e rasurei-te.
Em palavras longas e bem escritas, favoreci-te.
Por fim, estraguei-te.
Parto de ti e parto-me.
Já me sinto frio.
As caras não mudam,
Percorro estas ruas de olhos fechados
À margem da novidade.
Volto à vida e morro repetidamente.
Viro-me do avesso, compulsivamente.
As falas teatrais ensaiam-se novamente.
Apupo bailes de máscaras e amores platónicos
Apago de mim pessoas e seus heterónimos.
Parto de mim,
Espero pelo parto
Do meu novo eu
Sempre velho.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 1 7
Literature
Eter
Já me esqueci das palavras que me fazem arfar de saudade.
Espalho o silêncio pelo jardim de vaidade
No qual te passeias, alta, devido a adereços,
Boémia, leviana, bebida em risos suspensos.
Perfuras-me a paciência ao soltar tão ocas letras,
Coladas por tua saliva corrosiva. Quão raras
São as frases que me privam da minha mudez.
Condeno as tuas aproximações a acabarem de vez.
Desmembro qualquer possível ligação,
Desarticulo o teu querer,
Insistência nunca trouxe afeição,
Pinto, por segundos, o teu morrer
E rasgo, moralmente, a ideia, por tamanho sorriso esboçado
Em minha cara, momentaneamente, doentia! E levado
Pelo pavor que este devaneio deviano instaurou,
Levanto-me e intrigo-me sobre com que vício começou
O dia de ontem, para que hoje mude a ordem
Para sentir que ainda me controlo. Começo a lavagem
Aos pulmões e sinto-me assassino da monotonia.
Este hábito é o primeiro
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 2 7
Literature
Misogino
Sujo. Só de pensar, tremia. Suava,
E negava a pinga solitária. Cessava
A obsessão e o medo até ao próximo segundo.
A paranóia suga-lhe a razão. Parece-lhe imundo.
Questiona-se sobre a silhueta à sua frente,
Seria o álcool tal eficaz apaziguador de fobia?
Aparentemente, não. Repulsou-o o ar tão quente.
Mentalmente vomitou. Irrequieto, observava a decrescente distância.
A voz do outro ser ecoa na sua cabeça.
Tom culto e hipnótico, olhar de travessa.
Esburaca-se-lhe a moralidade e o pavor.
Assume, por ilação, o possível contacto sem pudor.
Esvanece-lhe a morbidez do medo
Ao primeiro toque de dedo
Ferve-lhe a pele enervada
Grita-lhe uma fantasia apropriada.
O crescendo de intimidade não o satisfaz.
Grunhe por proximidade, torna-se atroz.
Audivelmente, culpa uma anatomia débil.
Autoritariamente, perde toda a audácia.
De súbito, a situação revela-se-lhe abominável.
Todo ele
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 1 4
Literature
Tranquilizer
Go down with the liberation of the flesh.
Compulsive gesture,
Gazing at my Adam's apple pattern,
Read the body's language,
Cheap and garanteed flight to wonderland.
Lust gets toxic.
Vanity becomes word in your skin.
Joy has no color.
The division between us broke,
Rejecting false boundaries.
There's no air between us now.
You're laid on an unmade bed.
We are too lazy to find an end to this,
That's not our style.
I hate intermissions when I know it continues.
The sheets are unfolded,
We seem younger together.
Obscure, colder,
Alone, apart,
We walk with half body torn.
There's no edge when it comes to time,
I will always stay.
Above us nothing stands real.
We keep haunted by desire,
Writing our thoughts by the candle light.
We're thieves that weep,
We are our own witnesses.
Voyeurs of the green world.
My habit is you, your home I am.
This could have been a lullaby.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 0 4
Literature
O Peso de uma Alma
A gravidade torna-se irreal,
Os fantasmas sobressaem na minha pele, insatisfeitos.
Dois vultos tentam formar uma só sombra, numa aproximação trivial.
O tempo mata esta dança tão naturalmente sincronizada.
O tempo mata-me e obriga a cruzar-me, incessantemente,
Com a metamorfose cronológica que me cobre.
Mal amada...
Quantas saudades de sentir...
A nostalgia acompanha-me e é o mais quente agasalho.
Associo imagens à minha saudade, apetece-me intervir.
Defino assim tempos perfeitos, momentos, olhares,
Sentimentos...
A fria lucidez tira-me este pedaço de glória.
O vulcão de emoções no qual mergulhei tornou-se pedra,
Solidifiquei com ele...
Não há dia que não deseje ignorar tanta merda estática.
Manifestar, revolucionar, moldar um subconsciente,
Esquecer que todos os meus passos estão contados,
E que piso lugares desgastados por solas indiferentemente robóticas.
Nunca vou encontrar aquilo que pret
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 2 19
Literature
Catherine
Damn these lone cold nights,
The perfume of the desired heat
Has been long forgotten.
The mad isn't mad,
Even my priest is stoned,
And even HE wanna make it.
Sidewalks aren't safe anymore,
You, me and my dog should build a house
On the road.
I'd choose a bridge to live in,
By the riverside.
I'd be watching you,
Shining and dancing,
Warming up my dusk.
Sadly... I spit this vision out.
I've been amused for years,
Felt used,
Raised fears.
But my hands shall peel your mask off,
By the twilight...
...of yesterday...
And I know I'll become
Just another picture in a frame.
Friends, neighbors,
Relatives, curiously, will ask who?
You'll moan a name...
Not mine, just a name.
I'll name you "endless bruise"
Answering to one more bartender
"She's gone away,
Made of me an infinite song,
Played by a one-man band".
"Nice crying story",
Says my friend of that night.
Nothing more than that, kid.
Catherine.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 6 14
Literature
Atropelado
Impressiona-me um cadáver poder bafejar durante tantos anos.
Com a razão amputada, refugio o discípulo que há em mim...
Em todos os orgãos borbulha raiva, arrasto os restos dementes do meu ser,
Erro todos os passos, não largo o meu silêncio, sinto-me desfigurado. Mais leve.
Encontro, por fim, um templo vazio: a bela paisagem de cigarros ensalivados e seringas contadoras de estórias.
Entro e alucino ao som dos meus passos, ensurdeço-me da tua palavra. Sento.
Observo a flora venenosa a aproximar-se e cada vez mais revoltado eu tento ceder.
E cedo. Cedo cedo demais e espero que o tempo me decomponha.
Agarro-me ao mais próximo filho do ópio, ao químico humano, sinto uma frieza inigualável, intransponível até à mais inocente mão. Trocou o calor pela asfixia do buraco.
Tento beijar a minha companhia, o meu reflexo, a minha sombra. Até eu me rejeito...
A podridão alastra e a rejeição torna
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 1 11
Literature
White Skin
Stood outside your door, pocketful of mumbles
Need to ask you about some tricky equations
Why isn't the X as bright and warm as your porch light?
Let's lose ourselves and drink a cup of tea
Wine would be better but you ain't old enough
I'm done and I'm smothered by your look
It's the hardest pill to swallow
The moon could get you blind with just one glimpse
My backyard's big, I ain't got any dogs
And we could search for the treasure of teenagehood
We could find warmth on each other
Drink a full bottle of each other
I'll absorb a piece of your soul with a touch in your white skin
And feel the power of this confusing texture
Is it safe to sleep here outside?
After this, don't bury me in your private void
I haven't shown you some other tricks
I won't let you murder me, so keep dancing
Pay no attention to what the family says
I don't have to shave to be a good man
It's the strangers' syndrome, they won't ever get rid of strangers
Let those brains breed and you'll be on fire
Twist your own
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 0 2
Literature
Step Out
Bring back the ocean,
Lone bug eyes cry for the old days,
Again, the balance was broken, the cage was opened.
My thoughts run free at last...
I fell, on the first step alone.
The severe breeze left you by yourself
Fading laughter, burning letters
Make it rain, I can't stand the blue sky
How can I bare this human instinct?
I'm starving for self-destruction
Behold our power to burn away!
To tear our insides, to inflict wounds on each others
We walk throughout these lands, drinking and shattering
Claiming kingdoms, suicidal monarchists.
We'll sink on our thrones and castles.
Here it comes our brand new horizon...
Without screaming bullets or christs.
Humans shouldn't speak so loudly,
We should be perfect, telepatic...
Evil twins without blood connections.
I'm just waiting for some explosion in the universe...
My love is vain, almost utopic
Like my efforts to survive as a citizen
With obligations, rights and insects to kill.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 0 7
Literature
Silver 'Grey Scale'
Love has become just another way to suffocate
Tiny, little wave of toxic youth
Flooding my nameless reflections.
The sight begins to blur...
Peace ends as I choose to live
I beg for a new birth
But that would take too long
Such an heavy duty, I can't run along
I'm stuck, today comes tomorrow again
I wander through the path you created for me
Found nothing, my pocket is full of wasted fears
Waste I cannot deny, waste that became mine
Venus started to fall apart, as its bones broke
I sat by my honey, couldn't help to smoke her
It's good, my body's numb...
If only I could throw up my regret
I'd be in union with both heart and soul
But the nothing I feed on keeps me full
Fooled by the soil that I reject as my own
Please, show some mercy for your slave, partner
Free the beasts, let them play in your backyard
Your bed isn't big enough for me
I don't mind kissing the floor
Dusk to dawn not being able to feel you...
Hope choked as I decided to leave you behind
There is no sparkle left in my ey
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:iconfeedyouth:feedyouth 0 5
Literature
Fraccao
Metade das terras que vi arderam
Sinto falta daquelas que nunca existiram
O meu solo torna-se vazio
Mantenho-me perto do meu lado frio
E vejo o deserto em plena cidade
Mortificada sobre tão pura verdade
Seguro a minha vista moribunda
De tanto a mais querer ver
De tanto querer ver a minha alma nascer
Rezo para não ter de lembrar
O rio de memórias que me faz arfar
Cansado, abençoo cada palavra dirigida a mim
Cresço sim, mas ninguém disse que ia ser assim
Não há nada na paz que não me incomode
Atrofio o sistema, fazendo-o meu molde
Sobre a farsa, já não falo igual
Mostro-me o caminho, a lua sorri banal
A pele revela-se apática ao que a rodeia
Seu parasita ajoelha por aquilo que anseia
O que te espera é metade de tudo o que viste,
Uma parte apenas do que desejas,
Do que já sentiste,
Do que para trás deixas,
Filho de uma prisão imaginária,
Bonita liberdade temporária...
Metade do que planeaste voou.
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:iconfeedyouth:feedyouth 0 2
Literature
Romance
Sinto tudo tão à flor da minha pele
Este arrepio dura e não pára
Pesa-me este lugar vazio na minha cama
Nego, mas preciso, conforto-me, leve
Penso nos teus pés descalços ou em qualquer outra tara
Que me faça lembrar o risco dos teus olhos, que me faça doer a alma
Espero pelas águas do sono para borratar esta intensidade
Faço de mim louco até nao conseguir sentir a pálpebra
Sobrevivo ao amanhecer da lua, à falta de noção
Mas perco-me e imagino qual vestido hoje, qual a tua verdade
É errado desejar tanto um corpo, querer refúgio na sua vértebra
Circulo parado e abraço as cores que me largam da razão
A cada hora imagino todos os olhares possíveis,
É impossível o hábito tirar-te tão elegante magia
Anda a mim, traz contigo tudo o que o tempo te deu
Expressa-te, agora, em sentimentos legíveis
Sem tornar fácil a viagem que me traz alegria
Agarra, agora, a sombra que a noite não varreu.
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 1 6
Literature
Drop of Allucination
This will only take a minute...
Blue days join and fade
Lost in some lack of communication
I swallow dry and reach the bottom of the question
Paranoia just seems to save my skin
Watch myself as a kid with a poor imagination
The queen of my light rules,
Between any walls of green rainbows
Lead her into her chamber, near my lungs
"This will only take a minute" she said
I can't seem to understand, otherwise there's no way out
I'm well fed by my obsessions
I'll give away the storm in my head
Ironical disease, worshiped schizophrenia
Any illusion is enough to feed
Swear it's not fear when my legs shake
Burning sweat won't turn me into a quitter
I see the air as the right drug
The queen says the air is not enough
"I can lift you higher, this will only take a minute"
She said
I nod to the queen 'till I can't feel my back
I'd like to keep her in a box, belly, body, everything
Let her be my surprise.
I'll try to allucinate whispering some lullaby
Yet I guess it's ok if I cut the rope,
And this
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 0 2
Literature
Shoot the Waste
His gun ends where you begin,
The sweat never ran that much
Softly, snow balls are falling,
But it's not even near my town
Near you, you feel the steel,
Shut your teeth, pray for the morphine tonight
Wait up! You're not weird, as long as your bones shake, it's alright
Deny the pressure, can you feel your flesh?
They say you can't kill it all...
But you know I believe you.
You can't steal your father,
Neither the soul of your mother
You may lay and hold up
Downstairs someone told you
That you're dry...
Free from all the water, flesh, blood
Kinda weird to feel that empty, uh?
No one said it is a crime...
Now I remember, this floor was never waxed
I can't imagine how the elevator still works.
But I get in.
Comes to my mind the picture of that gun
Don't forget the sweat, running.
I said you were not weird, anything to run away was fine
To lift up the whole imagination your brain could handle...
There's just something about that gun
The way it fired, the way it missed.
Never touched a colde
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 0 2
Literature
Dependencia
Largo o sabor que deixa em meu dorso
Largo-o perdido na noite que espero não ver
Desfaço cada perfeição apontada ao seu nascer
Negras perfeições, afogam no seu próprio poço
Assim, abandonadas à sorte que o vento levará
E lavará... Não deixando rasto do que houve
E nada houve para fazer marcar, esquecerá
Apagadas assim da memoria, ninguém as ouve
Caminha então, por fim, sozinho
Livre do vício que lhe chegava a pesar o corpo
"Sinto os espasmos de não ter e querer,
Culpo todos os que podem e têm,
Os que entopem as veias com prazer,
Momentâneo, inseguro, destructivo,
Uma leve brisa desejada parece sufocar as entranhas,
Chegando a ser saudável a meu olho,
Perdi-me na nuvem asfixiante de querer viver..."
Levado pelo tristeza humana de cumprir,
Apenas arrastado p'ra onde teme ir,
Explode-lhe o ser por ter de fingir
Não quer caber em si mesmo, morre por fugir
Imagina-se mergulhado no mundo de plástico
Deseja ter visões e alucinações
Grita alto por mais um dia drástico
Naquele dia, o seu sangue
:iconfeedyouth:feedyouth
:iconfeedyouth:feedyouth 1 2

Activity


deviantID

feedyouth
Pedro
Portugal
Favourite genre of music: Good one
Wallpaper of choice: Josh Homme
Personal Quote: Catherine.
Interests
Lonely Carousel - Rodrigo Leão & Beth Gibbons

It's a look
This game we play
We can't escape
We have to attend
It's life you see

When i have tried to amuse myself
To celebrate the fun fair
The pleasures i seek
Are far too discreet for me

And all the time
The world unwinds
I can't deny the way i feel
The truth is lost beyond this lonely carousel
And all these words
They mean nothing at all
Just a cruel remedy
A strange tragedy
Of what will be

After i tried
To discover the answers to why
To look for a meaning
Inside of this dreaming i had

And words that i've said
Are spinning 'round
Would sing alone inside my head
Nothing will change
It's always the same
Please make it stop

And all the time
The world unwinds
I can't deny the way i feel
The truth is lost beyond this lonely carousel
And all these words
They mean nothing at all
Just a cruel remedy
A strange tragedy
Of what will be

And all the time
The world unwinds
I can't deny the way i feel
The truth is lost beyond this carousel
  • Listening to: Dead Combo

Comments


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:iconcarolina-cosmique:
carolina-cosmique Featured By Owner Feb 8, 2009
LOL everyone should see this ... it's HILARIOUS just Click here
Reply
:iconalbinosgun:
albinosgun Featured By Owner Oct 29, 2008
hi ! i'm pj-is-god (pj-is-god.deviantart.com). Just to say that i'm not on this gallery anymore, now i'm here : [link] if you're interested (as you were watching)

cheers :kiss:
Reply
:iconneo-show:
Neo-Show Featured By Owner Oct 31, 2007  Hobbyist Photographer
Muito obrigado pelo watch =D
Reply
:iconcatarinacardoso:
CatarinaCardoso Featured By Owner Sep 19, 2007
tu empenha-te para seres meus colega da curso, sim, sim? :aww: *
Reply
:iconcatarinacardoso:
CatarinaCardoso Featured By Owner Sep 19, 2007
*meu
Reply
:iconfeedyouth:
feedyouth Featured By Owner Sep 20, 2007
Ah claro!!vou me empenhar bastante! E tu ve se falhas algumas disciplinas hehe. Estou a brincar :)
**
Reply
:icongillianlunae:
GillianLunae Featured By Owner Sep 8, 2007  Hobbyist Photographer
Muito obrigado pelo :+devwatch: =)!*
Reply
:iconfeedyouth:
feedyouth Featured By Owner Sep 8, 2007
:) :)
Reply
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