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Culinaria

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Ingredientes comuns em cada região:

 
  • Império: cebola, batata, amaranto, porco, trigo, ovos, espelta, cenoura, centeio, cevada, carpa, sardinhas, anchovas, batata, capivara, fungo anão e grande variedade de frutas produzidas por elfos.
  • Khejal: café, carambola, trigo, melancia, tâmaras, figos, anis, aveia, carneiro, ovelha, mostarda, grão-de-bico, cebola, gergelim, trutas, melão, gengibre.
  • Kosinbia: milho, inhame, painço, sorgo, cocos, cacau, amendoim, elande, tomate, fava, arraias, enguias, cupins, abóbora, iguanas, feijão, amendôas.
  • Grória: arroz, amaranto, trigo, cevada, ovelha, cabra, uvas, oliva, mel, garum, pombos.
  • Arquipélago Umók: cana, melado, muitos tipos de peixes (trutas blindadas apelidadas "cascudos" em especial) e frutos do mar, bananas, noz-moscada, cravo.

Receitas:

  • Pastelão manitári: usa um cogumelo do tamanho de uma roda de carroça como massa, que os anões recheiam com queijo, ovos de pato e ervas. Frito e servido em fatias.
  • Queijo komatai: com forte coloração amarelada e consistência de ovo cozido. É feito do leite de papo de dinossauros, posto para secar. Parte essencial da ração de viagem em terras komatai e a base da dieta nômade. Existem diversas variedades correspondendo à espécie de dinossauro do qual foi extraído: estegossauro, triceratopo, braquiossauro etc.
  •  Salsichão da sorte (Império do Norte): quando se tem muitos ingredientes em pouca quantidade, como o aldeão que conseguiu tudo o que podia para não passar fome, mas está muito quente para fazer um sopão, esta é a alternativa. O fígado da vaca, os joelhos do porco, feijões meio secos, a cevada que sobrou, tudo é triturado e embutido. O salsichão tem um tanto de animal, outro tanto de vegetal e nada de mineral, garantem os vendedores de rua com olhar apreensivo: “Essa parte dura que você mordeu foi o osso do porco”. Não é por acaso que “mordi o osso do porco” é uma expressão que significa que algo está errado em algumas cidades.
  • Testaroli (Grória): massa em formato triangular coberta com um molho feito de azeite de oliva, queijo de cabra, cebola e alho.
  • Bolo verde (Kavaja): um pequeno bolo de mel que usa a erva-mate local como farinha.

Bebidas:

  •  Bebida do Diabo: samogon (destilado de batatas, beterrabas e qualquer outras coisas que caibam no alambique) e temperado com pimenta vermelha, servido direto no balde. Os shardokans costumam dizer que "só o cheiro já é um perigo para a sua alma!" Muitos anfitriãos e taverneiros acendem uma breve chama na própria bebida para provar que está potente como samogon deve ser. Os embriagados alheios afirmam que a cor da chama indica o que foi usado para fazer o samogon, e que deve-se beber enquanto ela está acesa.
  • Kumix e airaxa: leite de loba fermentado e destilado, respectivamente. O kumix é tão alcoólico quanto uma cerveja leve, enquanto o airaxa é tão forte quanto uma aguardente. Servido frio, tem um gosto ácido e levemente amargo, seguido pelo arder do álcool.
Temperos exóticos: 
  • Pó de asas de morcego: usado por anões. As asas são postas para secar ao sol, e então trituradas. Essa especiaria acrescenta um gosto que é descrito como "rançoso sem ser desagradável".
  • As especiarias vendidas pelos nabâtu vem de plantas que crescem nos seus oásis feéricos ocultos, e por isso, adquirem sabores e características únicas. Pigmentações estranhas, sabores indescritíveis e formas elegantes são um efeito do glamour ambiente dos oásis. De certa forma, são ilusões que ganham vida de acordo com a crença de quem as consome, semelhante aos princípios abstratos da alquimia. Graças a isso, duas pessoas cheirando o mesmo incenso podem descrever odores completamente diferentes.
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