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Camulus, deus da guerra

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Poeira, seus cabelos

Muralhas, barba

Impactos, voz

Guerra, sua arma

Eis Camulus



Nomes e Epítetos: Mirmidal, Marcha'dor, Magnos Veterani,
Estratelate, O Implacável, Ataraxio.


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Símbolo: Duas torres de xadrez, uma preta, a outra vermelha.


    Camulus detesta violência sem sentido. Ao contrário dos deuses bárbaros estrangeiros, ele não glorifica crueldades, mas a utiliza como uma ferramenta, em prol dos que o reverenciam. O mestre da guerra sabe quando deve agir ou não:


Massacre o inimigo e não resta o que conquistar.
Deixe de atacar e você perde a iniciativa.

-Primeiro comando de Camulus


    Guerreiros merecem morrer lutando. Assim decretado, o culto camuliano mantém hospitais militares que combatem as pragas arruinadoras de tantas campanhas passadas, sejam elas cólera, pestes ou parasitas.  A maior condecoração camuliana, Phalera Liber Lupanaribus, entre outros privilégios, torna seus possuidores prioridade no atendimento médico. Nos intervalos entre guerras os hospitais buscam prevenir epidemias.


421px-Physician in hospital sickroom printed 1682 by BrunoKopte
Na maioria das guerras, morrem mais guerreiros no acampamento
do que na batalha. Camulus não aceita isso.


    O ideal do guerreiro visa ao domínio de si mesmo, seus medos e instintos. Assim adquire tamanha disciplina que sorte, acasos, magia e outros fatores não dilapidam sua força, resistência e habilidade, nem o seu próprio julgamento o antagoniza. Seguindo este dogma, os sodalícios, sacerdotes de Camulus, focam-se em milagres capazes de anular tais influências.


Na guerra, nada é constante. Você deve ser a sua própria fortaleza.
-Segundo comando de Camulus


Os bárbaros canalizam sua fúria em explosões de violência. Eles são amadores.
O guerreiro ideal sempre usa sua fúria, para lutar, marchar, determinar.

-Quarto comando de Camulus


O guerreiro ideal sabe que coragem não é nada além de medo destilado.
Os fracos se vangloriam. Os fortes se dominam.

-Oitavo comando de Camulus


    Camulus surge no mundo como a Falange Camuliana, um avatar coletivo de 300 mercenários que geralmente se associam com a facção mais fraca para tornar o conflito mais duradouro, exigindo soldados para repor as futuras perdas da falange. Apresentam-se trajados com armaduras opacas e denteadas, sem ornamentações opulentas, rostos ordinários cravejados de cicatrizes, endurecidos pelo cansaço. No entanto, a sincronização enervante nas ações dos membros demonstram sua natureza divina. Além de piques carregam diversas outras armas, nas quais são igualmente proficientes.
Camulus é o deus da guerra do panteão nortenho. Um deus da guerra inteligente, adequado ao império conquistado por Iskander Magnus.

Guia do cenário Atma



Piqueiros

Torres de xadrez

Hospital
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