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B.
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Dymanics

D

Dymanics

“O que deseja de verdade? Queria saber, Não quero contar nada. Este não é lugar de confissões. Não há uma busca empreendida Aqui estou apenas eu Oscilando entre... Há pouco mais que tudo E uma pergunta não me trará as respostas. Já não quero saber outra vez O que é importante Perguntei outra vez, As coisas de sempre Conceitos de letras maiúsculas... - Sou apenas meus vazios ocupando espaços Quando se é nada e se tem nada para ser Inventa-se.”

Let's not talk about love

L

Let's not talk about love

Eu não sei muito bem como amar... Quis amores prontos. Arquétipos encaixáveis dentro de pré-concepções. Amores indulgentes e romanceados. Amores fabricados e plásticos. Mas da interposição entre subjetividades, ou do encontro entre corações – vai da preferência de cada um – não há teoria ou crença que me responda à mais simples das perguntas. Uma verdade: não há como falar do amor sem ser tolo. Todo o amor é um senso comum. A qualquer um que se pergunte, há uma resposta óbvia e fá

Mirror`s House - Update

M

Mirror`s House - Update

Eu sou fragmentos espalhados de pequenas verdades e mentiras sobre mim superposição recortada por olhos indulgentes impressões deixadas ao acaso. Eu, análogo ao paradoxo Não sei das figuras minhas Contraditório como tudo Sigo sendo filho do jogado Outros virão, dirão e contarão Coisas que sou eu, não sendo mais Eu não posso dizer quem sou Entre luz e sombras Por corredores repetidos Procuro meus reflexos multifacetados. Eu, preso numa casa de espelhos De um sinistro parque de diversões Vivo em ironia: Eu. Não enxergo a mim mesmo Eu não posso

Wall

W

Wall

Um mural repleto de relíquias de um passado. Elas não fazem mais sentido, e senão por um sentimento de nostalgia não deveriam estar aqui Não foram erros como pensei que fossem Não foram, contudo, eternos como quis que seria Apenas não foram mais. Sinto um estranho esvaziamento de uma vida que vivi e não me resta o que posso fazer senão deixá-los para trás se suas lembranças sequer me doem mais Aquilo que tanto foi... Hoje, quando me saltam lembrando-me de algo apenas indistinto recordo alguns momentos fugidios Para enterrá-los outra vez e vez outra Não me significam mais O passado não é eterno Ele muda aos meus olhos, a ca

Two of Diamonds

Choices

C

Choices

Da mais simples partícula estelar até a mais complexa forma de vida, somos todos feitos dos mesmos sins e nãos que formam a ausência ou presença. Combinam-se, em binários eternos que formam atos completos, os pequenos dispares que nos dizem o que deve, ou não, existir. Somos todos cheios de nadas interiores, espaços imensos e nanoscópicos, entre moléculas e átomos. Mais que isso, dentro disso, o interminável deserto do vazio entre um elétron e o núcleo. Somos inteiros feitos de vazios. Ávidos a sermos preenchidos por aquilo que o eterno ciclo da incerteza não po

Fool

F

Fool

Quem és, que do alto proclama? Sou o Temido Rei de Espadas E o que desejas, Rei sem Reino? Conclamar a Verdade meu Reinado É um lugar duro e áspero, frio e solitário É onde estão os fortes, pois só eles podem lá caminhar És louco de tal território Rei te tornar Sou de Espadas, meu Reinado gélida lâmina será E onde pensas súditos para ti encontrar? Nos confins do mundo os fortes acharei Pois que sejas, Rei de Espada, do Reino da Verdade Grato sou a ti, por reconhecer-me Grato sou a ti, por de tal domínio me livrar Pois que vá. Se a verdade te amarga, b

Jester

J

Jester

Pra Quê? Pra Que O Que? Tudo... Pra Nada... Nada? Sim... É Tão Sem Sentido Assim? No Final É...

High

H

High

A realidade me confunde Restando apenas a torpidez Vago sem esperanças E de olhos semi-cerrados Jogado no nada existencial Solitário, banalizado, abandonado, perdido De muitos adjetivos. Desprovido de minhas vontades Tentando alcançar o outro lado dessa falsa encruzilhada No caminho não traçado, jamais tocado Minha mente inventa seus próprios obstáculos Esperando dar a si mesma O reconhecimento do passado esqueci de superá-lo. Fico parado no meio de escolhas e desafios Mas sei desde o primeiro instante minha decisão não proferida Não escolherei Ficarei aqui, latent
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“O que deseja de verdade? Queria saber, Não quero contar nada. Este não é lugar de confissões. Não há uma busca empreendida Aqui estou apenas eu Oscilando entre... Há pouco mais que tudo E uma pergunta não me trará as respostas. Já não quero saber outra vez O que é importante Perguntei outra vez, As coisas de sempre Conceitos de letras maiúsculas... - Sou apenas meus vazios ocupando espaços Quando se é nada e se tem nada para ser Inventa-se.”

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Eu não sei muito bem como amar... Quis amores prontos. Arquétipos encaixáveis dentro de pré-concepções. Amores indulgentes e romanceados. Amores fabricados e plásticos. Mas da interposição entre subjetividades, ou do encontro entre corações – vai da preferência de cada um – não há teoria ou crença que me responda à mais simples das perguntas. Uma verdade: não há como falar do amor sem ser tolo. Todo o amor é um senso comum. A qualquer um que se pergunte, há uma resposta óbvia e fá

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Eu sou fragmentos espalhados de pequenas verdades e mentiras sobre mim superposição recortada por olhos indulgentes impressões deixadas ao acaso. Eu, análogo ao paradoxo Não sei das figuras minhas Contraditório como tudo Sigo sendo filho do jogado Outros virão, dirão e contarão Coisas que sou eu, não sendo mais Eu não posso dizer quem sou Entre luz e sombras Por corredores repetidos Procuro meus reflexos multifacetados. Eu, preso numa casa de espelhos De um sinistro parque de diversões Vivo em ironia: Eu. Não enxergo a mim mesmo Eu não posso

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Um mural repleto de relíquias de um passado. Elas não fazem mais sentido, e senão por um sentimento de nostalgia não deveriam estar aqui Não foram erros como pensei que fossem Não foram, contudo, eternos como quis que seria Apenas não foram mais. Sinto um estranho esvaziamento de uma vida que vivi e não me resta o que posso fazer senão deixá-los para trás se suas lembranças sequer me doem mais Aquilo que tanto foi... Hoje, quando me saltam lembrando-me de algo apenas indistinto recordo alguns momentos fugidios Para enterrá-los outra vez e vez outra Não me significam mais O passado não é eterno Ele muda aos meus olhos, a ca

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Da mais simples partícula estelar até a mais complexa forma de vida, somos todos feitos dos mesmos sins e nãos que formam a ausência ou presença. Combinam-se, em binários eternos que formam atos completos, os pequenos dispares que nos dizem o que deve, ou não, existir. Somos todos cheios de nadas interiores, espaços imensos e nanoscópicos, entre moléculas e átomos. Mais que isso, dentro disso, o interminável deserto do vazio entre um elétron e o núcleo. Somos inteiros feitos de vazios. Ávidos a sermos preenchidos por aquilo que o eterno ciclo da incerteza não po

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F

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Quem és, que do alto proclama? Sou o Temido Rei de Espadas E o que desejas, Rei sem Reino? Conclamar a Verdade meu Reinado É um lugar duro e áspero, frio e solitário É onde estão os fortes, pois só eles podem lá caminhar És louco de tal território Rei te tornar Sou de Espadas, meu Reinado gélida lâmina será E onde pensas súditos para ti encontrar? Nos confins do mundo os fortes acharei Pois que sejas, Rei de Espada, do Reino da Verdade Grato sou a ti, por reconhecer-me Grato sou a ti, por de tal domínio me livrar Pois que vá. Se a verdade te amarga, b

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“O que deseja de verdade? Queria saber, Não quero contar nada. Este não é lugar de confissões. Não há uma busca empreendida Aqui estou apenas eu Oscilando entre... Há pouco mais que tudo E uma pergunta não me trará as respostas. Já não quero saber outra vez O que é importante Perguntei outra vez, As coisas de sempre Conceitos de letras maiúsculas... - Sou apenas meus vazios ocupando espaços Quando se é nada e se tem nada para ser Inventa-se.”

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Eu não sei muito bem como amar... Quis amores prontos. Arquétipos encaixáveis dentro de pré-concepções. Amores indulgentes e romanceados. Amores fabricados e plásticos. Mas da interposição entre subjetividades, ou do encontro entre corações – vai da preferência de cada um – não há teoria ou crença que me responda à mais simples das perguntas. Uma verdade: não há como falar do amor sem ser tolo. Todo o amor é um senso comum. A qualquer um que se pergunte, há uma resposta óbvia e fá

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Eu sou fragmentos espalhados de pequenas verdades e mentiras sobre mim superposição recortada por olhos indulgentes impressões deixadas ao acaso. Eu, análogo ao paradoxo Não sei das figuras minhas Contraditório como tudo Sigo sendo filho do jogado Outros virão, dirão e contarão Coisas que sou eu, não sendo mais Eu não posso dizer quem sou Entre luz e sombras Por corredores repetidos Procuro meus reflexos multifacetados. Eu, preso numa casa de espelhos De um sinistro parque de diversões Vivo em ironia: Eu. Não enxergo a mim mesmo Eu não posso

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Um mural repleto de relíquias de um passado. Elas não fazem mais sentido, e senão por um sentimento de nostalgia não deveriam estar aqui Não foram erros como pensei que fossem Não foram, contudo, eternos como quis que seria Apenas não foram mais. Sinto um estranho esvaziamento de uma vida que vivi e não me resta o que posso fazer senão deixá-los para trás se suas lembranças sequer me doem mais Aquilo que tanto foi... Hoje, quando me saltam lembrando-me de algo apenas indistinto recordo alguns momentos fugidios Para enterrá-los outra vez e vez outra Não me significam mais O passado não é eterno Ele muda aos meus olhos, a ca

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Da mais simples partícula estelar até a mais complexa forma de vida, somos todos feitos dos mesmos sins e nãos que formam a ausência ou presença. Combinam-se, em binários eternos que formam atos completos, os pequenos dispares que nos dizem o que deve, ou não, existir. Somos todos cheios de nadas interiores, espaços imensos e nanoscópicos, entre moléculas e átomos. Mais que isso, dentro disso, o interminável deserto do vazio entre um elétron e o núcleo. Somos inteiros feitos de vazios. Ávidos a sermos preenchidos por aquilo que o eterno ciclo da incerteza não po

Jester

J

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Pra Quê? Pra Que O Que? Tudo... Pra Nada... Nada? Sim... É Tão Sem Sentido Assim? No Final É...

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H

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A realidade me confunde Restando apenas a torpidez Vago sem esperanças E de olhos semi-cerrados Jogado no nada existencial Solitário, banalizado, abandonado, perdido De muitos adjetivos. Desprovido de minhas vontades Tentando alcançar o outro lado dessa falsa encruzilhada No caminho não traçado, jamais tocado Minha mente inventa seus próprios obstáculos Esperando dar a si mesma O reconhecimento do passado esqueci de superá-lo. Fico parado no meio de escolhas e desafios Mas sei desde o primeiro instante minha decisão não proferida Não escolherei Ficarei aqui, latent

Away

A

Away

Miríades que me rodeiam Tão somente me carregam Momentos que se crescem Que me levam por aqui Não deveria seguir o que me pedes Apenas verei o caminho tortuoso Daqueles que o foram antes de mim Aqui, ossadas perdidas dos que tentaram Jamais olhar para trás Uma caveira do canto, cruzando linhas e ângulos Diz-me ostentosa de seu desígnio Aquilo que deverá ser meu destino Orai por mim, bando de ossos Não trilharei vossos bosques Caminho, ah sim, caminho Apenas nos mesmos passos e não vereis. Ora, escuridão Guia-me por todo o acaso Em direção que te encontro Tu, que

Spotlight

Abandoned

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Eu sou fragmentos espalhados de pequenas verdades e mentiras sobre mim superposição recortada por olhos indulgentes impressões deixadas ao acaso. Eu, análogo ao paradoxo Não sei das figuras minhas Contraditório como tudo Sigo sendo filho do jogado Outros virão, dirão e contarão Coisas que sou eu, não sendo mais Eu não posso dizer quem sou Entre luz e sombras Por corredores repetidos Procuro meus reflexos multifacetados. Eu, preso numa casa de espelhos De um sinistro parque de diversões Vivo em ironia: Eu. Não enxergo a mim mesmo Eu não posso
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Artist // Hobbyist // Varied
  • Feb 4
  • Brazil
  • Deviant for 13 years
  • He / Him
Badges
Albino Llama: Llamas are awesome! (59)
My Bio
I'm a Loser, baby.

Eu? Eu não presto.

Todos nós temos ilusões e elas nos confortam. O Problema é quando começamos a acreditar nelas.

Você não gosta de mim? Que grande surpresa.

São os cacos da banalidade que me pertubam.

Sou desiludido comigo mesmo.

Apoteose, eis uma palavra que impõe respeito.

"Eu odeio pessoas que só amam aqueles que vêem todos os dias." - by Belial

E quando se pensa que chegaram ao fundo do poço e que não podem decair mais do que isso, eles cavam.

Animes, mangás... gosto disso ^^.

Pior Que um religioso fanático, é um racionalista moderno fanático.

Quer me seguir. Tente, gostaria de ver isso.

Poucas vezes na vida fui, ao mesmo tempo, sério e sincero. A vida já é por demais tediosa e monótona para ser as duas coisas ao mesmo tempo.

Quando todas as ilusões se dissipam e nada resta além da ausência, a tristeza não machuca mais.

Demons & Wizards - The Fiddler On The Green

Sou um mascarado. Pode dizer que sou hipócrita, que minto, que finjo, sim, eu concordo. Vou além, afirmo que todos o são e o fazem. Mas sei o porquê faço isso. Todos podem dizer o mesmo?

¬¬

O Rei de Espadas, aquele que o mata
o grande vazio, só um louco perdido
mas não vou admitir, continuarei a mentir.

Se não tiver a coragem de apostar sua vida em tudo o que faz, melhor sequer dar um passo.

Eu tenho planos e sonhos, mas que são vazios. Vivo bem com expectativas, jamais com esperanças.

Posso ser o que você espera de mim. Posso ser menos do que isso, e posso ser mais. Isso não depende do que você pensa de mim, mas o que a gente quer que você pense.

Sou o mesmo de ontem e serei o mesmo amanhã, mas ainda assim, serei alguém completamente diferente.

Não conheço ninguém, pois nunca me aproximei tanto assim.

Talvez eu seja um incompreendido. Mas meu maior medo é que eu seja compreendido bem demais.

Sou superficial. Eu sei disso. Mas será que sabendo que sou superficial continuo o sendo? Se tiver noção de minha superficialidade, então eu já fui mais fundo para poder notá-la. Então, sendo superficial deixo de o ser, e ainda assim, continuo o sendo.

Possuo um espírito. Tenho crenças. Sou iludido por mim mesmo. Mas isso leva ao mesmo paradoxo acima.

Pratiquei ninjutsu, isso já definiu muito sobre mim.

A decepção é algo por demais grande e voraz, que consome sob as lágrimas o que restou da desilusão.

A gente.

Eu sei dizer a verdade parecendo mentira e sei dizer a mentira parecendo verdade.

Sou fútil. De uma maneira diferente, mas ainda assim fútil.

Nomes importantes: Lucius, Mikahill, Memphiz, Dimitri, Doriann, Calion, Dharkin, Pandora, Alexia, Nicole, Allice, Shelley, Isolt, Lillianna. Infelizmente, eu os perdi.

Eu penso.

A angústia da dúvida ou a felicidade da certeza? Isso não é uma escolha...

Não.

A verdade é que não temos nada pelo que lutar, nenhum objetivo maior a nos guiar ou ideal a defender. Sem um norte, nossas bússolas giram e giram sem parar e estamos perdidos no mesmo lugar.

Sei dizer o que precisa ouvir, não o que deseja.

Minha habilidade social de primeiro contato é negativa.

As pessoas sempre te decepcionam, na pior hora e da pior maneira possível. Aprenda a conviver com isso. Elas não têm nenhuma obrigação de sempre serem perfeitas para você, jamais terão o mesmo anseio, mesma vontade, mesmo objetivo, mesmo caminho, por mais que sejam próximos e semelhantes.

"Importar-se com alguém é ser egoísta a ponto de querer essa pessoa perto de você." - by Nirev.

Viver é perigoso. Uma lição da literatura.

Ser perfeito é uma dádiva, mas também uma maldição... os perfeitos são por demais imperfeitos para serem amados.

"Um dia você me disse que era um demônio e eu não acreditei... Agora acredito." - By Claúdio to me.

Esse é meu trabalho.

Incerteza, inconstância, caos. Gosto disso.

Você está realmente lendo isso?

Mesmo que a ferida venha a se curar e pare de doer, ainda restará a marca, a cicatriz. A lembrança...

The Logical Song - Supertramp

A gente não vai te contar.

Uma verdade sobre mim? Eu sou carente e gosto de pequenos gestos de atenção. Fico extremamente feliz por coisas bobas.

Paradoxo. Essa palavra é linda.

Continuo seguindo a esmo no mundo. Disseram-me que eu não tenho sonhos, talvez eu realmente não os tenha. Quero coisas com a mesma futilidade com que vejo televisão, em geral, não significam nada.

Eu sei. Eles riem de mim.

Eu fico mais feliz com coisas boas que acontecem com pessoas que eu gosto do que com coisas boas que acontecem comigo.

Gabriel Gárcia Marquez.

Se uma amizade não suporta a verdade, então ela não merece existir.

Eu menti.

Eu peço tão pouco. Por que para todos sempre é tanto?

Deixo minhas coisas ao fogo.

Favourite Movies
Mais Estranho que a Ficção
Favourite TV Shows
How I met Your Mother
Favourite Bands / Musical Artists
The Smiths
Favourite Books
Grande Sertão: Veredas
Favourite Writers
Manoel de Barros
Favourite Games
Final Fantasy VII
Favourite Gaming Platform
Square
Other Interests
Fotografia, Filosofia, RPG, Desenhos, Teatro, Animes, Poesia, Literatura

Novo Projeto - Mil Palavras

Novo Projeto - Mil Palavras

Ao começar esse journal, a primeira coisa que notei é que fazem praticamente dois anos desde o último que publiquei. Deuses, como o tempo passa. E como podemos deixar as coisas só nos levarem assim. Feita essa constatação, queria dizer que estou com um projeto novo. Na verdade, são alguns projetos novos, mas nesse momento estou aqui para divulgar meu novo blog pessoal, o Mil Palavras Esse novo projeto é uma das formas de divulgação dos meus trabalhos artísticos, especialmente os literários, os fotográficos e fusão entre os dois. O Deviant é uma comunidade muito inte

Oh my fucking god!

Oh my fucking god!

As vezes, tenho medo de ser uma dessas pessoas do deviant que são ruins e acham que estão escrevendo/desenhando/pintando/whatever algo genial e fenomenal. Tenho visto cada atrocidade aqui que fico de verdade surpreso como as pessoas podem ainda olhar pro que fazem e ACREDITAR que está bom. Sério, fico estarrecido com isso. O pior é que ficam superofendidos por dizer que a coisa deles está ruim. Sim, está. lide com isso. Melhore, ou assuma que é ruim e pronto. Simples assim. O pior é quem é bom aceita crítica super de boa e é bem tranquilo. Até agradece pelo comentário mais profundo. Acho que as pessoas não gostam de ter a própria mediocrid

Hopeless

Hopeless

Estou bem. A beira do desespero, com sérios impulsos auto-destrutivos e vontade de mandar tudo e todos para o inferno e sumir. Mas me calo com a boca de feijão... e estou bem. Ouvi uma frase esse fim de semana. De uma pessoa, alguém que foi um grande amigo, possivelmente um dos meus melhores amigos, que me fez pensar. Disse-me "Você mudou muito". Olhando em retrospectiva, eu realmente mudei muito. Daquele que usava cabelo grande, vestia-se como mendigo, vivia em auto-sabotagem para quem sou hoje, eu mudei. E isso é bom. Gosto de saber que não sou o mesmo sempre. Gosto de poder mudar, não me ater àquilo que era, gosto desse desprendimento. P

Comments 631

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Parabéns.
Feliz aniversário c:
Seja bem vindo ao ArtistasBRASIL. c:

:iconartistasbrasil:
Fico honrada pelo watch!
:hug:
amoraleiteProfessional Digital Artist
Bruno obrigado pelo Watch! :)
B-jesterHobbyist General Artist
merecido. Parabéns, ótimos trabalhos.
E aí cara. Queria te pedir um favor... quando puder, pode fazer uma análise sobre esse texto que eu escrevi? [link]

Grato. ^^